Video Games: Uma lição
Cada vez mais vejo reportagens mostrando os video games como uma ferramenta para o aprendizado não só de crianças como de adolescentes e adultos também. A notícia que me inspirou a escrever esse post mostra que um pesquisador entende os games como um meio de preparar o jovem para o mercado de trabalho. Essas descobertas me deixam muito contente, pois como amante de jogos eletrônicos desde pequeno lembro como ainda era criticado por gostar dos games depois de já crescido. Como se só fosse coisa de criança. Ou ainda como se os jogos não fossem uma diversão sadia. Mas como alguém já disse, e eu concordo: “Tudo em excesso faz mal”. Até hoje não encontrei algo que desmentisse isso. Por isso, para os que também gostam, vão em frente, não parem de jogar, além da diversão vocês também estão exercitando seus cérebros.
Uma Segunda Vida
O jogo Second Life já registrou mais de 2 milhões de usuários registrados. Não tive ainda oportunidade de jogá-lo (aparentemente meu computador não suporta), mas imagino que seja algo parecido com um The Sims multiplayer. Ou seja, é algo como um simulador de vida. A idéia do jogo é muito boa: criar uma outra vida e fazer o que quiser com ela. Mas o modo como o jogo está sendo comercializado é algo à se pensar. Dentro da vida virtual é possível comprar roupas de marca, carros e todas esses luxos que gostariamos de possuir, contudo o dinheiro usado não é virtual. Claro que o valor dessas mercadorias virtuais não devem ser o mesmo preço das reais, mas a contradição de gastar dinheiro e não ter o produto de fato me deixa intrigado. Será que a maior parte desses usuários é somente pessoas com grana para gastar ou serão pessoas que não conseguem se satisfazer em sua própria vida e preferem se dedicar à uma outra mais fácil?
Nintendo, Wii have a problem
Indiscutivelmente a principal, e, para mim, a melhor, característica do Wii é a sua jogabilidade. Para quem não conhece, o controle do Wii, o Wiimote, possui sensores de movimento que permitem uma interação maior com o jogo. Um exemplo clássico é em um jogo de tênis que você pode usar o controle como se fosse uma raquete que os movimentos na tela irão seguir.
Acredito que a Nintendo foi bastante ousada e pode ter muito sucesso nessa empreitada. Mas talvez ela não tenha analisado o que aconteceria depois dos consoles nas casas dos gamers.
Essa mesma liberdade que o controle traz o transformou numa “arma”. Isso porque a empolgação dos usuários do videogame com o jogo pode fazer com que a alça do controle se parta e lance o controle para qualquer direção. O que também piora a situação é o suor das mãos. Devido à diversas reclamações a Nintendo resolveu mandar e-mails aos compradores do Wii instruindo algumas dicas de segurança. E as colocou também em seu site.
Depois de ter destruido algumas coisas em casa alguns fãs do console colocaram no ar um blog mostrando seus prejuízos.
O grande problema dos primeiros compradores de um console é que eles funcionam como cobaias do uso em massa do console. Mesmo assim, se eu fosse cheio de grana não me importaria de servir de cobaia para esse experimento.
VIDEO GAMES LIVE
Todos sabem que sou apaixonado por eletrônicos. E vez ou outra estou sempre cantarolando algumas das diversas músicas de jogos que tenho na cabeça. Não é só de sacanagem, eu realmente gosto das músicas, mesmo aquelas mais simplezinhas.
Os compositores de trilhas para jogos Tommy Tallarico e Jack Wall tiveram uma grande idéia: mostrar num telão jogos famosos, tanto clássicos comos os mais recentes, e colocar, embaixo dele, uma orquestra tocando as trilhas dos jogos. Esse é o Video Games Live, que nos dias 12 e 19 farão apresentações no Brasil.
Se eu pudesse mudaria bastante no repertório, mas, mesmo assim, esse é um show que eu gostaria muito de ir algum dia.


