Casa Nova
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Video Games: Uma lição
Cada vez mais vejo reportagens mostrando os video games como uma ferramenta para o aprendizado não só de crianças como de adolescentes e adultos também. A notícia que me inspirou a escrever esse post mostra que um pesquisador entende os games como um meio de preparar o jovem para o mercado de trabalho. Essas descobertas me deixam muito contente, pois como amante de jogos eletrônicos desde pequeno lembro como ainda era criticado por gostar dos games depois de já crescido. Como se só fosse coisa de criança. Ou ainda como se os jogos não fossem uma diversão sadia. Mas como alguém já disse, e eu concordo: “Tudo em excesso faz mal”. Até hoje não encontrei algo que desmentisse isso. Por isso, para os que também gostam, vão em frente, não parem de jogar, além da diversão vocês também estão exercitando seus cérebros.
“I want to marry Ruby and have its babies”
Um vídeo que demonstra como fazer uma aplicação com Ruby on Rails em apenas 15 minutos deixou muita gente impressionada com a linguagem. Depois de tanta comoção a respeito do RoR resolvi “brincar” um pouco com ele e expor minhas considerações. A rapidez para se produzir aplicações é, sem dúvida, uma das principais vantagens do RoR, como o vídeo quer mostrar. Foi, provavelmente, a razão que fez o dono desse blog soltar essa pérola que usei como título. Outra vantagem é a facilidade de trabalhar com templates de páginas e usar o Ajax que é a tecnologia mais comentada atualmente.
A vantagem da rapidez precisa de uma observação: a principal razão dela é o fato de criar automaticamente as operações de listagem, inserção, atualização e deleção dos registros das tabelas, mas numa aplicação real quase sempre vai ser necessário sobrecrevê-las com suas próprias operações, perdendo boa parte da vantagem.
Quem está acostumado a trabalhar com PHP como eu, percebe logo que a forma de desenvolvimento é completamente diferente. RoR utiliza como base a língua Inglesa mas de uma forma mais próxima da sintaxe gramatical. Para entender melhor o que quero dizer, mostro um exemplo:
Se tivermos duas tabelas, clientes e telefones, para a aplicação entender que um cliente possui vários telefones basta colocar “has_many :telefones” na classe cliente e “belongs_to :cliente” na classe telefone.
Essa forma extremamente diferente de programar implica numa quase reaprendizagem. Outra desvantagem, que pode ser momentânea, é que existem poucas fontes de aprendizagem disponível na internet. As que existem explicam o básico. O problema é quando queremos sair desse ponto, o que aconteceu comigo quando estava estudando e fazendo uma pequena aplicação.
Acredito que Ruby on Rails tem um bom potencial e que sua grande barreira será fazer os desenvolvedores modificar a forma de programar.
Uma Segunda Vida
O jogo Second Life já registrou mais de 2 milhões de usuários registrados. Não tive ainda oportunidade de jogá-lo (aparentemente meu computador não suporta), mas imagino que seja algo parecido com um The Sims multiplayer. Ou seja, é algo como um simulador de vida. A idéia do jogo é muito boa: criar uma outra vida e fazer o que quiser com ela. Mas o modo como o jogo está sendo comercializado é algo à se pensar. Dentro da vida virtual é possível comprar roupas de marca, carros e todas esses luxos que gostariamos de possuir, contudo o dinheiro usado não é virtual. Claro que o valor dessas mercadorias virtuais não devem ser o mesmo preço das reais, mas a contradição de gastar dinheiro e não ter o produto de fato me deixa intrigado. Será que a maior parte desses usuários é somente pessoas com grana para gastar ou serão pessoas que não conseguem se satisfazer em sua própria vida e preferem se dedicar à uma outra mais fácil?
Nintendo, Wii have a problem
Indiscutivelmente a principal, e, para mim, a melhor, característica do Wii é a sua jogabilidade. Para quem não conhece, o controle do Wii, o Wiimote, possui sensores de movimento que permitem uma interação maior com o jogo. Um exemplo clássico é em um jogo de tênis que você pode usar o controle como se fosse uma raquete que os movimentos na tela irão seguir.
Acredito que a Nintendo foi bastante ousada e pode ter muito sucesso nessa empreitada. Mas talvez ela não tenha analisado o que aconteceria depois dos consoles nas casas dos gamers.
Essa mesma liberdade que o controle traz o transformou numa “arma”. Isso porque a empolgação dos usuários do videogame com o jogo pode fazer com que a alça do controle se parta e lance o controle para qualquer direção. O que também piora a situação é o suor das mãos. Devido à diversas reclamações a Nintendo resolveu mandar e-mails aos compradores do Wii instruindo algumas dicas de segurança. E as colocou também em seu site.
Depois de ter destruido algumas coisas em casa alguns fãs do console colocaram no ar um blog mostrando seus prejuízos.
O grande problema dos primeiros compradores de um console é que eles funcionam como cobaias do uso em massa do console. Mesmo assim, se eu fosse cheio de grana não me importaria de servir de cobaia para esse experimento.
#72 – Ler o livro “Dinheiro, os Segredos de Quem Tem”
O livro é muito bom. Te dá muitas dicas de como você administrar bem o seu dinheiro, sem sacrificar o seu lazer. Claro que para algumas pessoas, que gostam muito de farra ou são muito consumistas, seguir os conselhos do autor vai ser muito difícil. Mas para mim foi ótimo aprender melhor como investir meu dinheiro.
Entre várias dicas uma delas vai afetar a tarefa “28 – Fazer financiamento em um apartamento” e talvez também a “27 – Fazer financiamento em um carro”. O autor põe em dúvida se realmente é mais válido fazer o financiamento à alugar um imóvel. Todos pensam que com aluguel vão estar só jogando dinheiro fora, mas não param para pensar que o valor final do financiamento vai ser bem maior que o valor real do imóvel. É claro que existem casos e casos. Existe a possibilidade do financiamento ser mais viável. Que é outra dica importante do livro estar atento às oportunidades.
De qualquer forma, recomendo a leitura para todos, desde os que tem dificuldades à pagar as contas no final do mês até os que tem uma poupança gorda no banco e não dão uma finalidade para ela. Quem quiser saber mais sobre o assunto clique aqui.
// UPDATE (03/01/2007)
Terminei de ler o outro livro (#73 – Ler o livro “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”). Ele se mantêm na mesma linha do primeiro livro. Mas, como o título já anuncia, é voltado para casais e também dá muitas dicas de como aprimorar seu orçamento doméstico. Também recomendo a leitura. Mas se tiver que escolher um leia o primeiro, como ele já dá para por em prática o plano de riqueza pessoal.
O Plano Mestre
O Google possui um quadro que contém todos os planos da empresa e idéias dos funcionários, o Google Master Plan. Com a iminencia da Web 2.0, o Google resolveu apagar toda a lousa para refazê-la usando como base a Web 2.0. Pela organização do quadro nem dá para acreditar que ele serve para alguma coisa. Mas olhando direito conseguimos ver que a idéia que o vídeo A Dominação do Mundo pelo Google não está tão longe da realidade. E olha que serviços como o Orkut e o Google Maps foram lançados depois do vídeo. No quadro tem referências como “buy New Zealand” e “rent France“, ou seja, “comprar Nova Zelândia” e “alugar França” além de muitas outras referências que apontam essa intenção. Muitos vão achar que é só brincadeira dos funcionários, mas eu tenho minhas dúvidas.
A “Rota” de Lost (Continuação)
Como fiquei devendo a foto da Rota para os que não entenderam o post. Aí está:
Tá, postar uma merda dessas depois de um bom tempo sem postar nada é sacanagem. Mas eu não prometi que ia atulizar isso aqui com frequência.
#100 – Fazer as apresentações que estou devendo no trabalho
Ontem foi um dia realmente punk no trabalho. O dia começou normal, pouco serviço, só estudando algumas coisas de computação quando meu chefe fala: “Antonio, prepara uma apresentação dos sistemas aí. Meia hora tá bom?”. Como eu já tinha pedido mais tempo em outras situações para outras finalidades e o retorno não tinha sido muito agadável, disse: “Beleza!”. Daí comecei minha corrida contra o relógio. Faltando uns 15 minutos para a apresenação meu outro chefe liga dizendo: “Antonio, separa aí também o sistema Contábil.”. Esse é um sistema que eu não olho faz 8 meses, que eu ajudei a fazer mas até hoje não entendo direito como funciona, mas disse: “Tá certo!”. Terminado o tempo, já com uma puta dor de cabeça, fiz uma apresentação até que razoável, apesar de alguns poucos contratempos.
O motivo da apresentação relâmpago foi um representante de uma revendedora do nosso sistema que estava visitando a empresa. Bem que essa visita poderia ser com hora marcada. Mas no final, ele ficou bastante empolgado com os sistemas e esse era o objetivo.
Bem, o saldo final foi: um revendedor satisfeito, uma dor de cabeça e um ítem cortado da lista de 101 coisas.
VIDEO GAMES LIVE
Todos sabem que sou apaixonado por eletrônicos. E vez ou outra estou sempre cantarolando algumas das diversas músicas de jogos que tenho na cabeça. Não é só de sacanagem, eu realmente gosto das músicas, mesmo aquelas mais simplezinhas.
Os compositores de trilhas para jogos Tommy Tallarico e Jack Wall tiveram uma grande idéia: mostrar num telão jogos famosos, tanto clássicos comos os mais recentes, e colocar, embaixo dele, uma orquestra tocando as trilhas dos jogos. Esse é o Video Games Live, que nos dias 12 e 19 farão apresentações no Brasil.
Se eu pudesse mudaria bastante no repertório, mas, mesmo assim, esse é um show que eu gostaria muito de ir algum dia.



